Não é conteúdo motivacional que esfria no estacionamento. É uma hora em que cada pessoa da sala nomeia a decisão que vem adiando — e entende por que ainda não agiu.
Cada pessoa sai sabendo qual acordo silencioso está cumprindo — e por que ele parecia razoável quando foi assinado.
A plateia entende que não falta informação nem motivação. Falta encerrar. Isso muda a conversa dentro da empresa por semanas.
Conteúdo carregado em história real — chão de fábrica, UTI, reconstrução. Ninguém esquece o que sentiu.
Sai com um movimento concreto para a semana. Não é teoria de slide.
Entrei numa metalúrgica aos 14 anos, como estagiário, para pagar meu próprio curso técnico. Fiz técnico e tecnólogo em mecânica no SENAI, engenharia mecânica na Católica SC e MBA Executivo na FGV. Liderei times de mais de 60 pessoas e atuei em mais de 40 operações.
Mas o que mudava o resultado nunca era só o processo novo. Era a pessoa que passava a decidir diferente. Por isso fui buscar a outra metade: mais de 500 horas presenciais de treinamento de alta performance, no Brasil e no exterior — entre elas 400h no IFT e o Date with Destiny, de Tony Robbins.

















Vinte anos resolvendo o que trava operação de verdade — antes de subir em qualquer palco. Falo a língua de quem tem meta pra bater, não só de quem tem slide pra mostrar.
R$ 26,5 milhões = R$ 16,5 mi em redução de custos + R$ 10,5 mi em incentivos fiscais captados. Números de carreira acumulados em mais de 20 anos, em diferentes empresas e projetos — trajetória profissional, não resultado de uma única organização.


















Empresas por onde passei ao longo de mais de 20 anos de carreira — trajetória profissional, não contratos atuais.
Uma hora bem conduzida muda o que a sala pensa. Mas na segunda-feira a equipe volta para a mesma rotina, a mesma reunião e os mesmos horários — e em três semanas está tudo igual.
Não é a palestra que falhou. É que ninguém mexeu no que produz o comportamento todo dia.
Me conta do seu evento e eu digo se faz sentido — sem compromisso.