Treino pessoas e empresas a decidir — e a sustentar a decisão depois que a reunião acaba. Em qualquer setor.
De dia, chão de fábrica e prancheta — desenho industrial feito à mão, antes de existir computador para isso. À noite, escola, terminando a escolaridade. Três turnos ocupados aos 14 anos, bancando a própria formação.
Foi ali que aprendi a coisa que carrego até hoje: quase nada trava por falta de recurso. Trava por falta de decisão. A máquina parada, o processo emperrado, a equipe sem rumo — quase sempre tem alguém que já sabe o que precisa ser feito, e não decidiu fazer.
Com o tempo, fiz tecnólogo em mecânica no SENAI, engenharia mecânica na Católica SC e MBA Executivo na FGV. Liderei times de mais de 60 pessoas, atuei em mais de 40 operações e conduzi projetos que reorganizaram operações inteiras. Mas o que mudava o resultado nunca era só o processo novo. Era a pessoa que passava a decidir diferente.
Por isso fui buscar a outra metade. São mais de 500 horas presenciais em treinamentos de alta performance e imersões, no Brasil e no exterior — entre elas 400 horas de formação comportamental no IFT (PNL e Programação Neuro Sistêmica) e a imersão Date with Destiny, de Tony Robbins, na Flórida. Mais de R$ 400 mil investidos na própria formação. Engenharia me ensinou a enxergar o gargalo do processo. Comportamento me ensinou a destravar o gargalo que mora na pessoa.
Antes de treinar o processo, é preciso treinar a mente. Uma pessoa com a mente treinada resolve em qualquer contexto. Sem isso, ela trava no primeiro obstáculo — mesmo com o melhor processo do mundo na mão.
Mais de 300 livros lidos e 20 anos testando na prática me levaram até aqui. Por isso eu não trabalho por setor. Trabalho por pessoa. Do operador ao CEO, do chão de fábrica ao balcão da loja, da equipe de vendas à mesa da diretoria. O cenário muda. O gargalo é sempre o mesmo.
Para eventos, associações, convenções e empresas. Conteúdo que a plateia aplica na segunda-feira — não teoria de slide.
In-company, para times e lideranças. O objetivo não é informar: é instalar competência que fica depois que eu vou embora.
Formato intensivo para donos e gestores. Ninguém sai com anotação — sai com decisão tomada.
Acompanhamento um a um, para quem está num ponto de virada — pessoal, profissional ou de negócio.
Sobrevivi a uma encefalite que me levou ao coma. Atravessei a UTI de uma filha nascida prematura. Pouco depois, perdi minha esposa e precisei reconstruir a vida criando sozinho duas meninas pequenas.
Foi nesse processo que nasceu a ideia central do livro: algumas decisões não são tomadas. São encerradas. É sobre isso que eu falo — com empresários, com líderes e com qualquer pessoa parada diante de uma escolha que já sabe qual é.

Empresas onde atuei ao longo de mais de 20 anos de carreira — trajetória profissional, não contratos da Indusmind.
Me chama e a gente conversa sobre o que faz sentido para o seu caso.